Apreendidos 300kg de carne imprópria em Maputo
As autoridades moçambicanas apreenderam, em poucos dias, quase 300 quilogramas de carne bovina imprópria para o consumo humano em dois mercados da capital moçambicana, no âmbito do reforço das acções de fiscalização sanitária, foi hoje anunciado.
De acordo com informação do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP), as apreensões resultam do reforço das acções de fiscalização sanitária, através da Direcção Nacional de Sanidade e Biossegurança (Dinasab).
A última destas operações, segundo a informação divulgada esta tarde, aconteceu na sexta-feira, no mercado do Zimpeto, arredores de Maputo, envolvendo mais de 200 quilogramas de carne bovina considerada imprópria para o consumo humano.
Segundo o Governo, a apreensão enquadra-se numa operação em curso de combate à comercialização de carne de proveniência ilegal e sem controlo sanitário e surge na sequência de outra operação realizada dois dias antes, no mercado de Xipamanine, a maior praça informal de Maputo, que culminou com a apreensão e incineração de mais 91,5 quilogramas de carne bovina.
“No local, os produtos encontravam-se em avançado estado de deterioração, sem carimbo de inspecção veterinária nem documentação que comprovasse a sua origem e aprovação para o consumo humano, tendo sido imediatamente retirados de circulação por representarem um risco grave para a saúde pública”, descreve-se na mesma informação.
Aquele ministério sublinha que “as equipas continuam no terreno e que a fiscalização decorre de forma contínua e sistemática”, apelando à população para reforçar os cuidados na aquisição de produtos de origem animal.
Recomenda igualmente a compra de carne apenas em locais autorizados e devidamente fiscalizados, assegurando ainda que as ações de fiscalização irão prosseguir de forma “rigorosa”, com vista à protecção da saúde pública e à garantia da segurança alimentar da população.
Na sequência das inundações e cheias que afectam diversas regiões do Sul e Centro de Moçambique, muitas cabeças de gado diverso morrem afogadas ou fica doentes e [e precipitadamente abatidas] e a respectiva carne colocada no mercado.
Redactor
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