Chitsecane: Absa Bank

Chitsecane contou com o apoio do Absa Bank Moçambique para ver reconstruída escola destruída pelo Ciclone Idai em Inhambane em 2019.

Para o efeito, o Absa Bank Moçambique e a Cruz Vermelha nacional rubricaram no dia 14 de Janeiro um memorando de entendimento à luz do qual se efectivará a utilização racional e eficiente dos recursos que a instituição financeira, no seu exercício de solidariedade para com as vítimas dos Ciclones Idai e Kenneth, aloca à Cruz Vermelha de Moçambique para o apoio a este grupo e às regiões destruídas pela força dos fenómenos naturais.

O Administrador Delegado do Absa Bank Moçambique, Rui Barros, disse que a reconstrução da escola, que vai beneficiar mais de 400 famílias das comunidades e zonas circunvizinhas de Chitsecane, permitirá o acesso à educação de qualidade ao mesmo tempo que irá contribuir para um crescimento economicamente sustentável e socialmente equitativo.

“Esperamos que esta acção possa reduzir os choques múltiplos e consecutivos causados pelos ciclones Idai & Kenneth e que acima de tudo, continuamente, possa abrir portas a mais iniciativas, num espírito de união e solidariedade, para um Moçambique cada vez mais desenvolvido”, disse.

Rui Barros, referiu ainda que “interessa-nos, em grande medida, fazer parte do processo de reconstruir e contribuir para uma maior capacidade de resiliência das Províncias, Cidades e Distritos afectados. Pretendemos continuar neste processo até que não sejam perceptíveis carências no seio das comunidades”.

Por sua vez, a CVM, representada pela Secretária Geral, Maria Cristina Uamusse, congratulou e agradeceu a iniciativa do Banco referindo que esta instituição vem agregar valor aos projectos já iniciados em Inhassoro.

 “Como CVM agradecemos por este apoio, pois como Sociedade Nacional trabalhamos como intermediários na execução das acções humanitárias onde recebemos doações e alocamos aos que mais necessitam”, afirmou.

Para Uamusse o apoio do Absa Bank Moçambique constitui uma resposta oportuna que vai fortalecer os esforços que têm sido feitos para minimizar o impacto causado pelos fenómenos naturais às infraestruturas sociais naquela parcela do País incluindo a Escola Primária de Chitsecane. 

“Este apoio para mim é uma salvação, porque vai acelerar a reconstrução e inauguração daquela escola e salvaguardar um dos direitos fundamentais das crianças que é o ensino”, concluiu a Secretária Geral da CVM.

Redactor

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