PR enaltece reconciliação

Segundo Nyusi, que é igualmente Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, esta reconciliação que junta oficiais de frentes opostas deve continuar a inspirar as Forças de Defesa e Segurança (FDS).

“A reconciliação no seio das FADM é uma das grandes vitórias conseguidas pelos moçambicanos. Esta reconciliação, que hoje junta oficiais que ontem estiveram em frentes opostas, deve continuar a inspirar os valores de inclusão e de profissionalismo no seio da família das Forças de Defesa e Segurança”, afirmou Nyusi, momentos após ter orientado a cerimónia de patenteamento, cessação e tomada de posse de oficiais das FADM e da Policia.

Com efeito, Nyusi patenteou e empossou vários oficiais, incluindo Messias André Niposso, oriundo das fileiras da Renamo, que recebeu a patente de Major-General por ter sido confiado o cargo de Comandante do ramo da Força Aérea.

Antes desta nova patente e cargo, Niposso era Brigadeiro e vice – comandante do Serviço Cívico.

Na mesma cerimónia, ocorrida em pleno Estado Maior General das FADM, Nyusi patenteou e empossou Lázaro Menete, a Major-General e Comandante do Exército. Ele substitui, no cargo, a Eugénio Ussene Mussa, que agora passou a comandante do Serviço Cívico. Antes, Menete era comandante da Marinha de Guerra.

O agora Contra – Almirante Eugénio Dias da Silva Muatuca foi empossado no cargo de Comandante do Ramo da Marinha de Guerra, e o Brigadeiro Francisco Zacarias Mataruca no de vice – Comandante do Instituto Superior de Estudos de Defesa “Tenente-General Armando Emílio Guebuza”.

Na mesma cerimónia, Nyusi promoveu a adjuntos comissários da Policia cinco membros da PRM, nomeadamente Aquilace Manda, Bernardo Chicoco, Ernesto Guambe, Julio Bonissela e Zito Maconha.

Mais adiante, Nyusi disse que o governo está consciente de que o “soar das armas não é o caminho certo para a busca da Paz”.

“Estamos igualmente claros que as incursões com recurso a armas não devem servir de mecanismo para forçar o Governo a consensos inconstitucionais que ferem os princípios democráticos”, sublinhou o Comandante – Chefe das FDS.

Segundo ele, o povo não pode ser feito refém para se alcançar o poder e nem os países vizinhos não devem ganhar o ódio contra os moçambicanos porque um grupo localizado ataca os seus bens quando transitam por Moçambique.

Ver mais na edição em PDF Cm Nº 4844

 

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