Ignorar polémicas é também um acto de maturidade política
“Quem precisa de mexer a bandeira para ser visto, já revela o tamanho da sua irrelevância”
Nos últimos tempos, tenho observado com alguma preocupação o espaço desproporcional que se tem dado, nas redes sociais, à figura de “Ganâncio Mondlane”.
Os mais atentos certamente perceberão que, até há bem pouco tempo, o seu nome raramente surgia nas discussões públicas. As atenções estavam voltadas para assuntos relevantes ao progresso do país.
No entanto, ao notar a queda da sua popularidade e a redução da sua presença no debate público, Mondlane recorreu, mais uma vez, a uma estratégia desgastada: a proposta de alteração da bandeira nacional.
É preciso afirmar com clareza — essa proposta não é séria, não tem viabilidade institucional e visa unicamente gerar ruído para atrair atenção.
“Ganâncio Mondlane” construiu a sua imagem com base na polémica, não em propostas consistentes. Fora do escândalo e da controvérsia, torna-se irrelevante. E somos nós, enquanto sociedade, que alimentamos a sua presença ao reagirmos, partilharmos e discutirmos ideias que só servem ao seu projecto pessoal de visibilidade.
Neste sentido, a melhor resposta é o silêncio consciente. Ignorar aquilo que é apenas barulho e focarmo-nos no que realmente importa: os líderes que constroem, unem e inspiram.
Temos, em contrapartida, figuras que merecem toda a nossa atenção e respeito. Sua Excelência Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, é exemplo de liderança sóbria, determinada e orientada para resultados. Não precisa de polémica para afirmar-se, pois a sua governação é feita de obras, de inclusão social e de compromisso com o desenvolvimento sustentável. O seu legado constrói-se com base na paz, unidade nacional e progresso.
Da mesma forma, o Camarada Chakil Aboobakar, Secretário-Geral do Partido FRELIMO, tem-se afirmado como uma liderança visionária que renova a esperança no seio do povo moçambicano. Com um discurso firme, mobilizador e alinhado com os princípios do partido e do Chefe de Estado, Chakil mostra que é possível fazer política com seriedade, proximidade e foco no bem comum.
Essas são as figuras que merecem atenção: aquelas que, com serenidade, servem o povo sem semear divisão, que trabalham sem precisar dos holofotes e cujos resultados falam mais alto que qualquer polémica artificial.
Que saibamos, como cidadãos conscientes, distinguir o ruído da relevância. Porque o futuro do nosso país não se constrói com distrações, mas com foco, compromisso e responsabilidade.
JOEL MANHONGA JR *
* Político/Escritor
* Político/Escritor
noelmanhonga6@gmail.com
Este artigo foi publicado em primeira-mão na versão PDF do jornal REDACTOR, na sua edição de 11 de Novembro de 2025, na rubrica de opinião.
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