Setembro ardente — CÉSAR NHALIGINGA
Transição de Inverno para Verão, por vezes um total aquecimento sem queda de chuva, sol intenso acompanhado de ventos fortes que originaram poeiras a todos níveis.
Muda o clima, muda a forma de ser e estar do homem quem busca formas objectivas para sua sobrevivência.
Para este ano, o mês foi coroado pelo Eclipse de lua, visível a olho nu, com motivos para várias interpretações individuais.
Somos humanos, carregando diferentes sentimentos, podendo naturalmente buscar um canto para melhor desabafo relativamente ao que nos apoquenta.
Mesmo sabendo que “nem todo ombro é confiável, parte das informações contadas a um, param em ouvidos de outros”, mas precisamos dar a mão e voto de confiança aos nossos próximos para melhor aconselhamento.
Tomamos rumos diferentes, “tropeçamos em obstáculos ou escombros a cada passo ou caminhada dada na busca de possíveis soluções para nossa serventia”, tal que os preparos para vencer as adversidades não passam de problemas que carregamos “estresse, lamento, incerteza que culmina com suicídio, o que caracteriza o Setembro amarelo”.
Se têm dito que o ser humano tem várias gavetas mentais, devendo sempre em exercício deletar o que mais lhe preocupa, uma vez a natureza trazer à superfície diferentes formas de agir, cabendo a cada um dar o seu melhor na comunicação.
O “homem é mau por natureza”, diz o velho ditado, mas a maldade não pode levá-lo ao extremo de “tirar a sua própria vida, abrindo espaço para desassossego familiar e social no seu todo”.
Precisa lembrar o quão importante é no seio dos que o rodeiam, tem seguidores, é espelho na região onde habita dentre outros locais e visto como exemplo para o bem-estar da comunidade.
Suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade, um assunto cercado de tabus que por vezes não se consegue compreender por qual motivo alguém parte por aquela via ao invés de comunicar ao próximo para buscar a possível solução!
Torna-se difícil aceitar actos trágicos de género, devendo consciencializar o ser humano a abandonar o espírito egoísta, optando por aceitabilidade ao “Espírito Santo”, tal como as Escrituras Sagradas nos alimentam em Lamentações 3:21 “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança”.
Existem problemas que nos deixam abalados e abatidos, mas a esperança para superar esses desafios só em Deus, por meio de Jesus Cristo quem dá a oportunidade de conversar com quem quer que seja para melhor consolidação.
Precisamos nos comunicar que o suicídio é pecado e viola o sexto mandamento de Deus, regra trazida ao seu povo para que tivesse uma vida mais feliz e próspera.
Lembre-se que não há palavra capaz de aliviar seu sofrimento, mas esperança para melhor reflexão e apoio do próximo serve de consolo para seu coração.
Confiar no tempo é fundamental, ajuda a preservar a Paz e guarda em memória eterna a salvação.
“Cuide de ti e seu próximo” que fazes falta para mim e aos demais.
Este artigo intitulado foi publicado em primeira-mão na versão PDF do jornal Redactor, na sua edição de 11 de Setembro de 2025, na rubrica de opinião denominado OPINIÃO
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