É preciso levar a sério o discurso do S-G do partido Frelimo — NOEL MANHONGA Jr

O discurso proferido pelo Camarada Chakil Aboobakar, Secretário-Geral do Partido FRELIMO, não deve ser encarado como mais um pronunciamento político, mas sim como uma verdadeira directriz ideológica e programática, a ser incorporada e executada por todos os que exercem funções públicas a qualquer nível do Estado.

Mais do que palavras, trata-se de um chamamento à consciência revolucionária dos quadros do Partido, um alerta claro de que o tempo das justificações terminou. O país exige agora resultados visíveis, e estes só serão possíveis se cada dirigente transformar o conteúdo do discurso do Camarada Chakil em acções concretas no terreno.

Se realmente nos identificamos com a visão apresentada pelo Secretário-Geral nos diferentes pontos do país, não há dúvida de que o desenvolvimento está ao nosso alcance*. Como ele bem afirmou:  

Quem não está para servir o povo, não serve para a FRELIMO”.

Quem não está preocupado em trabalhar, deve dar espaço, pois a FRELIMO tem quadros competentes e comprometidos”.

Estas palavras ecoam com firmeza, alinhadas com a visão progressista do Presidente da FRELIMO e da República de Moçambique, Daniel Francisco Chapo, que tem manifestado urgência e compromisso em acelerar o desenvolvimento nacional. Chakil Aboobacar tem sido claro:  

Líder não pode lamentar como povo; líder traz soluções!

Este discurso do Camarada Chakil, carregado de determinação e verdade, resgata a memória combativa do saudoso Presidente Samora Machel, inspirando tanto os membros da FRELIMO quanto a sociedade civil, a oposição e todos os moçambicanos, independentemente da sua filiação política.

O Secretário-Geral trouxe uma nova dinâmica de liderança, baseada no lema do Presidente Chapo:  

Fazer diferente para obter resultados diferentes”.

É chegada a hora de agir com seriedade, disciplina, entrega e foco no povo. Cada dirigente — seja Ministro, PCA, Governador, Secretário de Estado, Administrador, Presidente de Conselho Municipal, Chefe de Posto ou de Localidade — deve abraçar este discurso como um roteiro de governação e traduzi-lo em acções concretas e transformadoras.

Servir o povo não é um slogan — é uma missão. E a FRELIMO está pronta!

NOEL MANHONGA Jr *

*  Político/Escritor

noelmanhonga6@gmail.com 

Este artigo foi publicado em primeira mão na edição em PDF do jornal Redactor do dia 19 de Setembro de 2025.

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