Universidade Politécnica já formou cerca de 14.000 profissionais

A Universidade Politécnica, a primeira instituição de ensino superior privada do País, graduou, no sábado (13 de Setembro de 2025), na cidade de Maputo, um total de 343 novos profissionais formados em diferentes especialidades, sendo 265 licenciados, 75 mestres e três doutores.
Trata-se de 189 mulheres e 154 homens que passam a integrar o mercado de trabalho, munidos de competências e prontos a responder às exigências de diversos sectores, nomeadamente engenharias, economia, ciências jurídicas, administração pública, enfermagem, psicologia, entre outras áreas do saber.
Na sua intervenção, o reitor da Universidade Politécnica, Narciso Matos, apelou aos graduados a usarem o conhecimento e as ferramentas adquiridos durante a formação, bem como a capacidade científica e técnica, para contribuírem para o desenvolvimento do País.
“Felicito-vos pelas escolhas e sacrifícios que fizeram para hoje chegarem ao fim dos vossos cursos. Não duvido que a Universidade Politécnica vos preparou para uma vida profissional e pessoal de sucesso. Daqui saem com bases sólidas e suficientes, disso estejam certos. Não parem nunca de estudar e de aprender. Envolvam-se e sejam socialmente activos, participem no desenvolvimento do vosso bairro, vila, cidade e do País”, disse Narciso Matos.


No mesmo diapasão, o magno chanceler da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, desafiou o Governo a traçar estratégias concretas de desenvolvimento, de modo que os jovens formados se sintam úteis à sociedade, num contexto em que há escassez de quadros qualificados no País. Sublinhou, contudo, que também recai sobre estes a responsabilidade de assumirem um papel activo na construção do futuro.
“Vocês, os graduados, são a esperança e a seiva desta nação. Sabem bem que uma árvore sem seiva é uma árvore sem vida. Moçambique precisa de todos nós, mas sobretudo de quadros mais jovens para o futuro que esperamos seja próspero para todos”, afirmou.
O Governo esteve representado pela ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, que chamou à atenção para a necessidade de os graduados não olharem para o diploma apenas como um instrumento de acesso ao emprego, mas sobretudo como uma oportunidade para empreender e, por essa via, participar activamente na construção do País.
“As vossas competências e a vossa criatividade vão impulsionar o desenvolvimento e, sobretudo, a transformação do nosso País, através da criação de indústrias e outros serviços-chave, agregando mais valor a Moçambique e, acima de tudo, criando emprego, inovando e alcançando o almejado futuro próspero da nação”, considerou a governante.

Tomada de posse do novo reitor

Por seu turno, os graduados, representados por Noémia Escrivão, enalteceram os diversos intervenientes pelo papel desempenhado na sua formação, com destaque para os directores de curso e docentes, cujo esforço “ultrapassou o mero dever de ensinar, tendo-se tornado inspiração, orientação e estímulo constante para acreditarmos que este momento seria possível”.
“Esta conquista é mais do que o triunfo individual de cada um de nós. É o reflexo da grandeza de uma instituição que acredita que a dedicação é a mais nobre ferramenta da transformação humana e social”, concluíram.
Durante a cerimónia, foi empossado o terceiro reitor da história da Universidade Politécnica, Augusto Jone Luís. Eleito em Julho último, o novo reitor deverá dirigir os destinos da instituição nos próximos quatro anos.
Esta foi a vigésima quinta cerimónia de graduação realizada pela Universidade Politécnica, que coincidiu com a celebração dos 30 anos da sua criação, período ao longo do qual já formou cerca de 14 mil quadros.

Redactor

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