María Corina Machado, para alguns “Prémio da Ignomínia”
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado, 58 anos de idade, deu a sua medalha do Prémio Nobel da Paz ao presidente Donald Trump durante uma reunião na Casa Branca, esta quinta-feira, dizendo que foi um reconhecimento do seu compromisso com a liberdade do seu país.
“Acho que hoje é um dia histórico para nós venezuelanos”, disse ela após conhecer Trump pessoalmente pela primeira vez, semanas depois que as forças dos EUA apreenderam o presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas e o acusaram de um caso de tráfico de drogas.
Trump disse nas redes sociais que o movimento foi “um gesto maravilhoso de respeito mútuo”, mas o comité Nobel disse que o prémio em si não era transferível.
O presidente dos EUA recusou-se a apoiar Machado como o novo líder da Venezuela, apesar do seu movimento reivindicar a vitória nas eleições amplamente disputadas de 2024.
A alegação de Trump é a de que María Corina Machado “não está preparada”, politicamente, para liderar a Venezuela.
Alguma crítica diz que a medalha da paz foi “entregue indevidamente a Trump”, por ser um homem que neste exacto momento está a contar armas e munições para invadir a Groenlândia.
Houve, mesmo, quem apelidou María Corina Machado de “Prémio da Ignomínia”.
Redactor
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