A história não se lembra dos que destruíram
Sujar o nome do seu país ou combater sistematicamente o governo não fará de ninguém europeu, asiático ou mais “civilizado”, fará apenas de si um “inimigo do seu próprio povo”, um traidor dos sonhos colectivos de uma geração que precisa de união, e não de sabotagem interna.
A dor causada por essa escolha será geracional, porque quem vira as costas ao seu país compromete o futuro dos que ainda virão.
Hoje, vemos muitos escondidos atrás de um telemóvel, tablet ou computador, semeando ódio, ataques e desinformação, como se isso os tornasse heróis. Mas a história não se lembra dos que destruíram lembra-se dos que construíram, dos que ousaram apoiar, propor e caminhar com o país, mesmo diante das dificuldades.
Sim, as dificuldades existem. São reais, mas transformá-las em discursos de ódio é a escolha dos fracos. Os fortes usam essas dificuldades como alavanca, como lição, como impulso para agir e colaborar.
Sejamos heróis da nossa geração, jovens que apoiam o progresso, que acreditam no potencial de Moçambique e que caminham lado a lado com o governo em prol do desenvolvimento. O sonho de tornar Moçambique numa “Singapura de África” exige acção colectiva, visão de futuro e amor à pátria.
O verdadeiro jovem patriota não combate quem trabalha, mas junta-se para acelerar a mudança. Porque amar Moçambique é construir, não destruir.
* Político & escritor
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