O aperto das mãos — CÉSAR NHALIGINGA
Baseado em aperto das mãos entre vários homens, alguns rejeitavam-se sem ter noção do seu sentido.
Certo idoso apercebeu-se do cenário e aproximou, de forma inteligente deixou claro que “a Paz gera conforto no seio dos homens”, mas há quem prefere viver conflito para melhor marcação de sua presença.
Foi nesta senda que o inocente pôs-se a sorrir com seu gesto trémulo, tocou o ombro de quem proferiu aquelas palavras e chamou o de conselheiro.
Fluía a conversa normalmente, que o jovem abriu espaço para um comentário “se cada um de Nós percebesse o quanto reduzimos os dias de nossas vidas mantendo a tristeza e angústia”, penso que ninguém carregaria mágoa de outro.
Estas palavras deixaram à reflexão dos presentes em roda de conversa, mas há sempre aquele quem discorda com tudo, tal que prefere gerar intriga ao invés de bem-estar.
Nos é difícil viver em santidade, mas é possível com amor e correspondência de cada um.
Não existe nenhum temor que trave aos que buscam a compreensão no seio da humanidade.
Um aperto de mão tem maior sentido feito com a mão direita, pois era o lado que empunhavam-se as armas e, quando livre, representava o selar de uma nova aliança.
A mão apertada com ternura e firmeza tem significado jamais contestado. Suspende o perigo, remetendo-nos a um símbolo de compromisso e Paz, cabendo nossa entrega para durante este acto, culminar com abraço.
Cumprimente o próximo com transparência para não quedar sua ansiedade e criar desconforto ou possível baixa autoestima. Honre o outro de bom gesto e passe confiança!
O aperto de mão continua sendo até hoje uma imagem popular, porque também a vemos como uma finalidade complexa e ambígua: de mãos limpas implica o amor, progresso, confiança, respeito e solidariedade através de um gesto simples e poderoso, de conexão humana.
As mãos sujas implica conflito, traição e maldade a todos níveis, devendo este ao seu aperto ser acompanhado de olhares entre as partes “olho no olho” tirando as dúvidas sobre a má percepção entre os que interpretam o contrário esta realidade.
Oferecer a mão a alguém que está passando por dificuldades pode ser um acto de solidariedade e bondade, mostrando que essa pessoa não está só.
Em Provérbios 6:1-5 e 17:18, o aperto de mão é associado ao comprometimento com dívidas de outras pessoas, alertando contra ser fiador de alguém.
Precisamos ter comprometimento com qualquer um como gesto de concordância, ou até mesmo um acordo.
Este artigo intitulado foi publicado em primeira-mão na versão PDF do jornal Redactor, na sua edição de 06 de Novembro de 2025, na rubrica de opinião denominado OPINIÃO
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