Assédio sexual: um mal que vem crescendo — EUGÉNIO MULHOVO

Parece que virou uma maldição ser bonita no sector laboral. Algumas mulheres dizem: prefiro ser “namorar” com supervisor do que ver os meus filhos passando fome.

O sector Recursos Humanos deve optar pelo profissionalismo para empregar uma determinada pessoa quer do sexo masculino assim como do sexo feminino.  O que acontece é que alguns dos gestores dos RH optam por empregar mulheres “gostosas”, com valores morais contestáveis para ocupar vagas cruciais numa determinada área do trabalho, com fins de pessoais: relacionamento entre conjugal entre colegas.

Famílias sofrem por este ml, pois uma mulher adúltera tende a desrespeitar o marido, comprometer o seu lar por um “chefe” que muitas das vezes têm também uma esposa e família por cuidar.

Na actualidade, alguns homens têm receio de procurar uma oportunidade de para suas parceiras por temer que elas sejam íntimas deste mal, assim ficando sem trabalhar, num contexto em que o salário da mulher seria útil para ajudar nas despesas de casa, tendo em conta a mísera tabela salarial no sector público e privado do país.

O empoderamento da mulher trouxe “efeitos colaterais” negativos, um deles é o assédio sexual.  Recomenta se que o governo, através do ministério que superintende a areia do trabalho, crie formas de mitigar o assédio contra mulher bem como contra homem no sector laboral, este último embora ocorra com menos frequência no sector público e privado do país.

A lei do trabalho devia ser dura contra o assédio. Os canais de denúncia devem ter eficácia independentemente do nível de influência do denunciado. Isso minimizaria os assédios e tiraria as vítimas do vitimismo de “falta de opção”.

Secretárias do lar, as ditas “empregadas”, por vezes têm de ficar num clima de autêntica desconfiança entre elas e a dona de casa, por esta temer que o marido tenha relações extraconjugais com essas funcionárias que muitas das vezes o desejo delas é somente “limpar casa” e seguir a vida.

Deste modo, essas donas de casa optam por empregar mulheres mais velhas, por estas serem menos “apetecíveis” aos homens, colocando assim, as mulheres mais jovens numa situação vulnerável no que diz respeito a este tipo emprego.

Assédio sexual é um mal de destrói famílias e carreiras. Que cada um faça o seu papel Para estancar este “cancro” social.

©EUGÉNIO MULHOVO *

*Ministro religioso

Este artigo foi publicado em primeira-mão na versão PDF do jornal REDACTOR, na sua edição de 29 de Outubro de 2026, na rubrica de opinião denominada Consciência pública.

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