O país que somos— RAFAEL NAMBALE
Não pretende distribuir sentenças nem apontar culpados. Tampouco será um espaço de elogios automáticos ou de críticas vazias.
Ler maisNão pretende distribuir sentenças nem apontar culpados. Tampouco será um espaço de elogios automáticos ou de críticas vazias.
Ler maisOs cidadãos não exigem perfeição. Exigem coerência. Não esperam milagres. Esperam sinais credíveis de mudança.
Ler maisUma sociedade começa a perder uma parte da sua alma quando a violência deixa de provocar espanto.
Ler maisPorque um país pode criar postos de trabalho e, ainda assim, produzir cidadãos desmotivados, frustrados e sem esperança.
Ler maisNormalizou-se a sobrecarga dos profissionais. Normalizou-se o desespero silencioso de quem não tem alternativa.
Ler maisMoçambique possui uma geração cada vez mais consciente, conectada e participativa. Essa energia pode tornar-se uma das maiores forças.
Ler maisO país não precisa de mais divisões entre irmãos. Moçambique conhece demasiado bem as cicatrizes da violência.
Ler maisAs pessoas começam a falar menos. A expor-se menos. A confiar menos. E pouco a pouco instala-se algo extremamente perigoso: a autocensura.
Ler maisMoçambique não precisa de mais promessas.
Precisa de alinhamento. Entre discurso e prática. Entre intenção e acção.
Moçambique está, hoje, num ponto em que essa redefinição se torna necessária. Não basta querer um país melhor.
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