Foram roubados de olhos abertos, mas não puderam fazer nada — LEANDRO PAUL
Os dois homens, ao fundo, observavam. Um deles aproximou-se, recolheu parte do dinheiro e voltou a afastar-se, como se tudo aquilo fosse…
Ler maisOs dois homens, ao fundo, observavam. Um deles aproximou-se, recolheu parte do dinheiro e voltou a afastar-se, como se tudo aquilo fosse…
Ler maisJá não saía como antes. Evitava encontrar pessoas. Passava noites sem dormir, preso a pensamentos que não conseguia controlar.
Ler maisAlguns doentes olharam. Um enfermeiro aproximou-se, tentando perceber o que se passava.
Azarias manteve-se calado por alguns segundos.
As crianças brincavam no quintal. O cheiro da comida espalhava-se pelas casas vizinhas. Ana preparou a refeição como sempre fazia.
Ler maisVovó Maria levantou-se cedo, como sempre fazia. Quando percebeu que os rapazes tinham partido, pensou que simplesmente tinham …
Ler maisMaria percebeu tarde demais que aquilo não era apenas uma cerimónia de cura. O curandeiro aproximou-se com uma naturalidade inquietante
Ler maisOs exames confirmaram o que já se temia. Partilhavam parte do sistema digestivo e vascular. A separação seria possível, mas arriscada.
Ler maisA revelação espalhou-se com a mesma velocidade com que antes correra a acusação. Só que desta vez não havia exageros. Havia factos.
Ler maisCelina levantou-se bruscamente. O celular escorregou-lhe da mão e caiu no chão. As pernas cederam. Duas mulheres correram para ampará-la
Ler maisOs dias passaram. As semanas também. O hospital continuava a funcionar. Entravam crianças. Saíam crianças. Algumas voltavam para casa
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